Fanfic - Nakushita Kioku. -ReiAoi- Cap. 2

Eu lembrei! E não, não havia esquecido de postar aqui a segunda parte da minha fanfic. Apenas... Apenas eu dei um tempo antes, mas eu espero que tenham ido ao Nyah (se é que alguém leu kkkkkkk) pra ver o segundo capítulo.


Enfim, sem mais.
Pra quem não leu o capítulo 1: No Miyaneo Blog:[link]
                                                No Nyah Fanfiction: [link]


----------------daqui para frente é tudo o que eu já tinha postado no Nyah mesmo... Só copiei de lá, mas vale eternamente para tudo ^^ -------------------------------


Olá, aqui é a Miyaneo, com minha primeira fic, 
Esse segundo capítulo é o ultimo dessa história,
espero que todos que leram, ou vão ler, né, gotem.
Eu incluí na fic uma pequena parte da música Cassis, do the GazettE mesmo, acho que ficou perfect, mas enfim... Acho que foi muito lindo, espero que vocês que gostam de drama também gostes xD
Boa leitura deste desfecho!~~




Capítulo 02 - Depois da solidão, cap. final



Ninguém ousou contar a Aoi que Reita já havia sido informado do romance deles, a pedido do mesmo, por razões um tanto egoístas. Ele esperava que pudesse recuperar a memória, recuperar os sorrisos de Aoi, já que raramente o moreno demostrava alguma alegria, exceto quando o loiro lembrava-se de algo do passado, mas isso era mais no momento.
Reita ainda sentia que havia um buraco naquela casa onde agora morava com Aoi “novamente”, um buraco que sabia exatamente o que era, mas não sentia o verdadeiro significado daquele sentimento.
Os dias foram passando, e cada vez mais Aoi estava mais angustiado, com a solidão e desespero de não poder abraçar o amado novamente.
Havia alguns momentos de fraqueza do moreno, onde secretamente, no lugar mais fechado da casa –o prório quarto deles, onde agora só dormia Aoi, e Reita no quarto de hóspedes, onde tinha mais mobilidade, devido a fraqueza que ficou quando acidentou-se – chorava, mas sabia que não ia mudar em nada a situação, e foi tentando formular na cabeça várias soluções para seu amor, como por exemplo, uma num momento de extrema solidão, pensou se não poderia ele também esquecer esses momentos passados com Reita, assim poderia mais uma vez amá-lo novamente, sem o peso de suas memórias o consumindo quando olhasse para aqueles olhos tentadores de Reita.
Se de um lado, o moreno tentava livrar-se de suas memórias, do outro lado, Reita todos os dias passeava com Aoi de manhã, com a falsa intenção dita para Aoi de que os médicos que recomendaram passeios matinais.
A verdade é que Reita só queria mais tempo com Aoi, já que o moreno estava claramente tentando evitar muito contato com o loiro. A fim de tentar lembrar das feições de Aoi, de suas memórias felizes, do seu grande amor vivido.
Ele sabia o quanto os dois estavam sofrendo, e não era isso o que mais doía nele. Era o fato de saber a causa do sofrimento de Aoi e dele próprio, saber o que está faltando no meio deles, mas não poder fazer nada. Todos os esforços estavam indo só para uma direção: Aoi. Tudo o que se lembrava, de lugares, cheiro, contato físico, apenas o direcionava mais ainda para Aoi.
Seria mentira se Reita dissesse que não recuperou nenhuma memória. Ao contrário, foi lembrando cada vez mais, e às vezes essas memórias vinham de uma maneira tão natural, que desconfiava que elas próprias quisessem voltar a todo custo para a cabeça do loiro.
Mas só isso não era suficiente para voltar com Aoi. Não o suficiente para poder deixar o moreno realmente feliz, como nunca soube exatamente se o fez feliz nos dois anos que se passaram juntos sem nenhum problema. Agora queria realmente só uma coisa na vida: Um sorriso de Aoi vindo do fundo do coração dele, como se aquilo fosse todo o amor dos dois.
Uma pedra que sempre fora preciosa, escura brilhante, agora está cada vez mais sem brilho, e a todo instante poderia ser rachada e despedaçada, era o que pensava Reita cada vez que via os olhos de Aoi.
Depois de mais ou menos três meses convivendo normalmente como colegas de apartamento –embora fosse uma casa enorme- com Aoi, Reita já lembrava-se de quase todos os momentos dele com Aoi, tão como sua vida voltava a andar como sempre, e nas lembranças ficava revivendo eles a todo instante que podia. Aquilo era quase que para recompensar os momentos em que ficou sem nenhum pedaço da coisa mais valiosa da vida dele, talvez fosse mais valiosa do que a vida própria: Aoi.
Mas uma coisa que ele não conseguia lembrar, que o angustiava todos os dias, o impedindo de revelar todos os sentimentos que fora recuperado, e que todos os dias eram acrescentados ao amor de Reita quando via Aoi, era o fato de que não sabia como eles se conheceram.
–O encontro, o estopim para o início de tudo, a mais valiosa lembrança do amor a primeira vista, se esquecera quase que completamente. Em sua mente, só via borrões, todos os rostos de um dia fora apagados, modificados, como se algo o impedisse de ver através de suas memórias.-
Ele já havia chegado ao ponto de perguntar finalmente para os amigos como ocorrera o encontro, e de prontidão, todos começaram a contar detalhadamente o que viram naquele dia, o que ocorreu, tudo, eles forçaram suas mentes a lembrar de cada detalhe que talvez fosse inútil à vista de estranhos, mas que agora era uma valiosa “chave” para um amor.
Mesmo assim, nada. Não importasse quantas vezes Reita tentasse pensar, lembrar, forçar sua mente a tentar ver através daquele borrão que via daquele dia em sua mente, nada o conseguia fazer lembrar.
–Isso até Aoi chegar ao seu limite-
Um dia Reita acordou e como diariamente, ia cumprimentar Aoi em seu quarto, onde depois eles iam sair para os passeios matinais, como um exercício agora. Aoi sempre estava todos os dias escutando alguma música. Ao chegar e bater na porta avisando que já levantou, estranhou que não houve nenhuma resposta, só a música Cassis do the GazettE começando ao fundo.
Bateu de novo, e mais uma vez, nada. Nem mesmo um pequeno ruído. Claro que ele deveria estar lá dentro, já que a música não ia começar a tocar sozinha no aparelho de som, então resolveu entrar no quarto assim mesmo.
Não sabia se foi sorte o que viu no quarto, nem se foi só uma armação do destino testando os dois, mas esse foi o momento mais marcante –depois do primeiro encontro- que eles já viveram.
Ao abrir a porta, a música do fundo o vocalista começava a cantar, e logo em seguida, levantou os olhos e viu uma imagem quase ilusória para ele, de tão neutra que era.
Era Aoi chorando. Lágrimas limpas, tão puras que poderia lavar os céus com sua beleza, caíam sincronizadas pelo belo rosto do homem. Mas na face do moreno não havia nada; tristeza, solidão, esperança, nenhum dos sentimentos que Reita via todos os dias nele. Era como se junto a aquelas lágrimas, todos os sentimentos de Aoi fossem levados embora.
Reita ficou paralisado. Não sabia se foi o choque de ver o precioso moreno chorando, ou se foi um medo inconsciente de que Aoi tentasse se desfazer dos seus sentimentos, mas sua mente, por um momento, ficou em branco.
Depois, tudo, em sua mente, agora estava claramente de volta à sua visão, sua vida tão preciosa, sua joia mais valiosa: Aoi. Tudo o que sentira, o que viu com ele, todos os momentos, foram revividos por um instante. Talvez fosse o instante em que o coração dele parou, mas depois ele teve certeza de que agora estava vivo. Vivo para viver, não para ver seu amado sofrendo sem ele, mas agora, podia finalmente fazer o que qualquer ser no mundo faria ao ver seu amado: Tomá-lo nos braços, como se fosse uma parte do próprio corpo que tivesse sido separado dele.
Tudo isso aconteceu rápido, e Aoi começou a “voltar” aos sentidos logo quando sentiu o calor e o cheiro do loiro em torno dele. Seus olhos agora fixados no rosto sorridente de Reita, agora já não eram mais escuros e sem brilho. Eram de uma cor mais clara, não era brilhante, mas como se fosse inquebrável.
Logo começaram as perguntas. Aoi não sabia o que estava acontecendo, pois na mente do moreno, Reita não se lembrava muito bem dele, embora desde que os amigos dele foram visitar Reita, o loiro já havia começado, aos poucos, lembrar do moreno.
Nesse momento, ele ficou ouvindo a música que ainda tocava ao fundo, e preferiu usá-la na explicação:
“Amanhã, mesmo que seus sentimentos se separem de mim,
Com certeza continuarei te amando.
Amanhã, mesmo que você não possa me ver, com certeza
Continuarei te amando.
Eu andarei junto, ao futuro ainda não prometido,
Continuaremos andando juntos, para o futuro que é você”
Esse era o momento em que Reita começou a contar repetidas vezes o quanto o amava, o quanto adorava lembrar dos momentos deles juntos, e o quanto não conseguia descrever isso.
Aoi já não chorava, na verdade afundou seu rosto nos braços de Reita, a emoção de fazer aquilo parecia o da primeira vez deles.
Então, os dois como bobos que eram, preferiram ‘curtir’ o momento, deixando as explicações e perguntas para outra hora, talvez uma que não tenha tanto desejos corporais, e de amor preenchendo novamente os corações dos dois.
Começaram a cantar um para o outro a música, agora Aoi com lágrimas de alegria no rosto, quase imperceptíveis, se não fosse o Reita que estava vendo tudo, já que a distância deles não passava de 15 centímetros dos rostos.
Primeiro, Aoi começou a descrever cantando:
“Desejo caminhar sempre, ao futuro não prometido.
Caminhando e guardando sempre, para o futuro pensando em você...
As coisas dificeis eu esqueço,
Por estar pensando em você.
As noites que não podemos nos encontrar
Queima por dentro do peito nos caminhos que eu posso contar.”
Para Reita, que agora lembrava todas as letras daquela música novamente, começou a cortar o trêmulo Aoi –de felicidade- , enquanto fingia ser o mais apto cantor do mundo para Aoi.
–Bem, talvez para Aoi, Reita seja o ser mais perfeito que exista, com ou sem suas memórias, já que eles se apaixonaram duas vezes, em dois tempos diferentes, por duas vezes, e que no futuro, quantas vezes forem necessárias se apaixonarem e se amarem-
“Mesmo que a tristeza vier, não chore sozinha.
Mesmo estando separados, vamos continuar acreditando em nós dois.
Quero permanecer sorrindo desse jeito. Não te machucando nunca mais. Mesmo que o tempo volte.
Não quero que aquelas lembranças se repitam.
Amanhã, mesmo que seus sentimentos se separem de mim,
com certeza continuarei te amando.
Amanhã, mesmo que você não possa me ver,
com certeza continuarei te amando.
Por favor, olhe para mim.
Por favor, deixe eu te alcançar”
–Cassis, the GazettE-

Notas finais do capítulo

Bem gostaram da história de draminha com final foofinho? ♥~~
reviews? eu sei que sou bem iniciante, e essa história eu não aprofundei quase nada dos detalhes, como podem notar,
Mas espero que tenham gostado assim mesmo. Era para ser inicialmente mais curta ainda, então acho que ficou bem grande xD
Agradeço a Uru_Take-sama por ter me ajudado com a postagem, já que não sabia mexer em nada aqui xD -claro que dedico o casal à ela, tão como a fic-
E dedico -acho que todo mundo merece mais, mas eu me esforcei!- essa fic para as pessoas que leram o primeiro cap. e gostaram! ~~
Desculpe por essas notas serem tão grandes, mas eu tinha que explicar umas coisas de iniciante que sou!~~
Nenhuma música, nenhuma banda pertence a mim, foi apenas utilizada a música porque ela é muito perfeita pra essa fic!
Essa é a tradução dela, a original é em japonês!-porque é em português a fic, então colocar a letra original ia ser meio sem noção OHOHOHOOH-
Espero que tenham gostado, até, bem...
Se eu resolver escrever mais! ^^ -porque nem sei como ficou, então me ajudem nos comentários escrevendo BASTANTE, viu??! xDDD -brinks-






---------voltando -----------


Espero que tenha gostado, queridas pessoas que me acompanham no blog. Eu fiz esta minha primeira fic por tédio mesmo. E igual as outras também, espero que não me matem >.<
Então, comentem aqui, ou no Nyah -qq
Por favorzinho? -q


Arigatou por ter lido!!!



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